Depois de tanto tempo,
de tantos poemas,
de tantos versos,
mais algumas palavras,
quiçá as últimas,
poema sem metáforas ou comparações,
uma reflexão,
reflexão sobre tua poesia,
sobre as tantas linhas,
sobre as tantas emoções.
Poemas feitos especialmente para ti,
com intuito único de me abrir,
me abrir a ti sobre ti mesma.
Te escrevi belas palavras,
fiz arte,
mas não somente isso,
fui sincero,
expus minha visão de ti,
disse o que via a cada vez que te revia,
na espera de algo simples,
fácil e espontâneo,
um teu detalhe,
apenas teu sorriso,
sorriso pelo qual me apaixonei,
que tantas vezes lembrei,
sobre o qual tantas vezes dissertei,
fixo em minha mente,
uma marca,
a tua marca.
Fiz poemas de impacto,
fiz poemas de um quase apaixonado,
de um apaixonado por teu sorriso,
talvez poemas de entrelinhas,
mas de certo de palavras fortes:
amor,
paixão,
fascinação,
beleza,
unicidade,
peculiaridade,
todas peculiaridades de um estilo,
de seu criador,
de sua musa,
detalhes que alimentaram versos,
que inspiraram poemas,
criaram expectativas,
declararam amizades,
causaram decepção,
revitalizaram uma alma vibrante,
ainda mais vibrante com tua presença,
a procura de seu sorriso.
Faço hoje um poema simples,
direto,
talvez o último,
palavras deste teu simples amigo poeta,
que te vê
como dito em tantos poemas,
que espera ver de novo teu belo sorriso,
e te quer muito bem,
bem demais,
à incomodar-te pela última vez,
se assim desejar.
Marcelo SanFer
27 de Março de 2000
domingo, 15 de fevereiro de 2009
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