Uma rosa de papel
rosa viva quis tornar-se,
ser suave como rosa,
tão macia quanto rosa,
ter o aroma de flor,
ter da rosa a mesma cor,
ser singela e cor de rosa.
Uma rosa de papel
quis realizar teu sonho,
ser a rosa tão formosa
que o cravo fez brigar
pra acabar despetalada.
Esta rosa de papel
foi ao alto, bem bem alto,
subiu ao senhor do céu,
foi buscar a solução
e certo algo aconteceu,
nossa rosa de papel
não tornou-se rosa viva,
nem tampouco virou flor,
tão suave como tal,
surge um ser,
de aroma, rosa,
tão macia ao leve toque,
ser mais belo do que a flor,
uma rosa de esplendor,
surge a ti Ó bela jovem,
mulher singela e formosa,
surgiu a doce Jalile,
de um pedaço de papel
ao desabrochar da rosa.
Marcelo dos Santos Ferreira
21 de setembro de 2004
domingo, 15 de fevereiro de 2009
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belo poema gostei muito
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